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Livrologia

Livrologia

01
Fev20

Ciclo de Leitura | Sophia de Mello Breyner Andresen

livrologia.png

Tudo sobre: Sophia de Mello Breyner Andresen

 

Contos Exemplares

O Rapaz de Bronze

A √Ārvore

O Espelho ou o Retrato Vivo

A Menina do Mar

Os Três Reis do Oriente

A Noite de Natal

O Cavaleiro da Dinamarca

A Fada Oriana

O Colar

A Floresta

Histórias da Terra e do Mar:

 

Cem Poemas de Sophia

1944 Poesia I

1947 Dia do Mar

1950 Coral

1954 No Tempo Dividido

1958 Mar Novo

1961-O Cristo Cigano

1962 Livro Sexto

1967 Geografia

1972 Dual

1977 O Nome das Coisas

1977-1982 Navega√ß√Ķes

1989 Ilhas

1994 Musa

1997 O B√ļzio de C√≥s

 

29
Jan20

Sophia de Mello Breyner Andresen | Esta peça em três estranhos e diferentes actos

O_Colar-6f_AP.jpg

Cena da peça de teatro O Colar @ Teatro da Cornucópia

Quando, em homenagem à Sophia, preparávamos o espectáculo Austeros Sinais, um dia, disse-nos ela que estava a escrever uma peça de teatro: O Colar. E deu-nos a ler o primeiro acto.

Perguntava se gostávamos. Pedimos-lhe que acabasse porque a queríamos representar. Foi aí que surgiu a ideia deste espectáculo.

Daí para a frente todos os anos programámos O Colar. Esperámos o tempo que a Sophia quis para acabar a peça.

Houve v√°rias vers√Ķes do segundo acto. Finalmente chegou esta pe√ßa em tr√™s estranhos e diferentes actos. Que com grande alegria lev√°mos √† cena.

E com o temor de quem lhe parece ter entre m√£os uma coisa muito fr√°gil e muito preciosa.

Muito desejada e muito amada.

in Pref√°cio de Luis Miguel Cintra

28
Jan20

Sophia de Mello Breyner Andresen | Vila D' Arcos

Neste √ļltimo conto das Hist√≥rias da Terra e do Mar h√° uma¬†pequena povoa√ß√£o do nordeste transmontano, onde o tempo parece ter parado, onde tudo permanece imut√°vel, onde o tempo se perdeu.

Vila D' Arcos está mergulhada nesta irrealidade perfeita de isolamento silencioso, o Paraíso de uma terra pequena, cujos limites serão sempre as grades da sua pequenez agrilhoada.

28
Jan20

Sophia e o teatro

Untitled.png

Sophia escreveu apenas cinco peças de teatro, mas poderia ter escrito muitas mais.

Quer os seus poemas, quer os seus contos têm uma forte componente visual e de movimento que nos levam a participar cinematograficamente nos seus imaginários. Arriscaria dizer que a escrita de Sophia é um animatógrafo de palavras, de olhares, de sentidos.

Bastasse o seu querer e poderia ter escrito mais teatro, ainda assim a¬†sua liga√ß√£o ao teatro foi muito mais abrangente n√£o s√≥ com¬†textos e interven√ß√Ķes criativas e/ou cr√≠ticas teatrais, mas tamb√©m com a sua¬†Recria√ß√£o Po√©tica da Trag√©dia de¬†Eur√≠pides¬†revelando uma vez mais o seu amor pela Gr√©cia.

27
Jan20

Jardins onde reconhecemos que a nossa condição é não saber

Jardins onde reconhecemos que a vida √© um sonho do qual jamais acordamos, um sonho onde irrompem apari√ß√Ķes prodigiosas como o l√≠rio, a √°guia e o inesquec√≠vel rosto amado com paix√£o, mas onde tudo se transforma em esquecimento, dist√Ęncia, impossibilidade e detrito.

Jardins onde reconhecemos que a nossa condição é não saber.

√Č n√£o poder jamais encontrar a unidade. E encontrar a unidade seria acordar.

 

Vila d' Arcos - Sophia de Mello Breyner Andresen

in Histórias da Terra e do Mar

2019 foi o ano que escolhi para ler Sophia de Mello Breyner
Visitem o mundo encantado de Sophia
Em 2020 irei ler Jorge de Sena
Venham dar uma volta ao mundo
A Miss X aceitou o Desafio de Escrita dos Pássaros pela 2.ª vez!
Já começou a viagem pelo mundo da Gata Borralheira.
Cinema e literatura num só.
Venham também!
bookini_inverno.png
A imprensa comentada no final de cada mês na Operação Bookini
Espreitem as bookinices
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  • A autora deste blog n√£o adopta o novo Acordo Ortogr√°fico.

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