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Livrologia

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16
Jan21

O Brasil de Mário de Andrade

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No início dos anos 1920, o Brasil tinha todas as condições “para não ser moderno, a começar pela mais básica, a educação”, analisa o biógrafo de Mário de Andrade.

A sociedade, sobretudo agrária, era majoritariamente analfabeta, sustentada pela monocultura agroexportadora do café e dominada na política pelas oligarquias, principalmente de São Paulo e Minas Gerais, que, com a política do café com leite se revezavam no poder, por meio do Partido Republicano Paulista (PRP) e do Partido Republicano Mineiro (PRM).

Não votavam mulheres, religiosos, militares e analfabetos. E estes eram muitos: alcançavam 71,2% de uma população de 30,6 milhões.

Sob o impacto da Primeira Guerra, o mundo revirava ao avesso, afundado na dura realidade que enterrava o otimismo e o sonho de expansão da belle époque.

O sentimento do nacionalismo passa a ser exaltado pelos países envolvidos no conflito. Esse clima alcançou o Brasil, que enfrentava questões sociais agudas, greves nas principais cidades do país com a emergência do movimento operário.

A intelectualidade e a sociedade estavam polarizadas: em 1922, ano em que era fundado o Partido Comunista do Brasil (PCB), também nascia o Centro Dom Vital, de orientação católica.

O país enfrentava a rebelião tenentista do Forte de Copacabana, assistia ao lançamento, no Planalto Central, da pedra fundamental daquela que seria a futura capital.

“Tudo isso era um novo tempo. Mário e seu grupo foram espectadores e agentes dessas transformações”, informa Tércio.

Bertha Maakaroun in Entrevista a Jason Tércio, biógrafo de Mário de Andrade www.em.com.br

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